Photo 13 Sep 1,110 notes curiositycounts:

The Venn Diagram of Author Sensibility – head (cerebral but dry), mouth (master of form but vacant of meaning), heart (empathic but overly sentimental). Related: Circles of Influence

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The Venn Diagram of Author Sensibilityhead (cerebral but dry), mouth (master of form but vacant of meaning), heart (empathic but overly sentimental). Related: Circles of Influence

Text 4 Jun

Bohemian Rhapsody.

Photo 26 Apr Quem virá em seguida?

Quem virá em seguida?

Text 11 Apr 2 notes

humor: ressentimento de classe.

Text 31 Mar 1 note

aliás, ainda sobre facebook: gente que bota o nome *inteiro* lá, ao invés de um nome + um sobrenome, já perturba o baby. demônio nos detalhe.

Text 31 Mar um comentarista no facebook do pataca

Quem acha um absurdo a Bethânia recebendo 50 mil por mês por um trabalho desconhece qualquer tipo de informação sobre economia ou é contra a forma como a economia se configura hoje. Não sabe fazer um simples exercício de pensar um pouco: “Se eu fosse a Maria Bethânia o que eu cobraria?” A resposta deve considerar todos os contextos atuais da economia mundial. Eu sugiriria como um destes contextos apenas a comparação direta com o salário de um parlamentar, completamente pago por nós. O fato que parece que poucos realmente sabem é que a valorização injusta é parte do nosso sistema e isto é uma falha e sempre foi. O problema é este “sempre foi”. Este “sempre foi” desconhecido pela massa é mais um atestado da ignorância e da falta de educação dominantes. Isto é a própria manutenção do sistema. Daqui a um mês isso será esquecido e nada vai mudar, porque povo ignorante não faz revolução alguma, não muda nada, e pior: tenta impedir os que ainda tentam fazer alguma coisa de verdade. Quem imagina que pode determinar o que um artista cobra por sua arte, o que é justo ou não é justo nesta valorização, não tem boas intenções ou está sem informação mais detalhada sobre o assunto. A veja e a folha levantaram a questão de forma errada. Oras, não há novidade alguma nisso também. Está tudo a mesma merda como sempre esteve. Este espanto todo com este assunto é superficial, é um nada, como sempre. Não há novidade e desse jeito, nem haverá.

E depois, mais ainda:

Eu também acho um salário alto Racquell… Mas isso é relativo. Salário no capitalismo é assim: relativo ao poder e aos outros salários. Calculado com base no salário do outro, não com base em certa justiça social. Também acho que quem deveria pagar seria apenas quem gosta dela, mas a democracia é assim: a gente escolhe os governantes e eles escolhem para onde vão os investimentos. Sou a favor da democracia. Talvez o ideal seria votar tudo, cada atitude, mas isso não é possível no real. O que tentei colocar é que escolher a Bethânia (ou os baianos ou qualquer grupo isolado) como “culpada” da injustiça do sistema é simplista. A folha e a veja foram os incitantes deste episódio. E o povo mordeu a isca como sempre. Veículos de comunicação de péssima qualidade que ainda são muito dominantes, como vemos. Alto poder de influência na população, porque ainda são os mais vendidos no país e vice-versa. Isso de injustiças acontece há muito tempo, desde sempre. Bethânia pode até estar errada, e se estiver, antes dela muita gente esteve, muita gente está (ganhando até muito mais que ela) e ninguém falou nada, ninguém viu nada, ninguém fez nada. Agora, estranhamente, estes veículos escolheram ela para linchar e o povo nem se questiona deste automatismo de fazer coro sem conhecer o assunto, sem ouvir opiniões diferentes e principalmente sem investigar os fatos. Uma salgadeira ganha 500, um servidor ganha 5.000, Bethânia ganha 50.000, Ivete Sangalo ganha 500.000 e Ronaldinho ganha 5 milhões… O sistema é assim: injusto. O que a folha e a veja queriam eu não sei (vender mais com certeza, mas deve ter mais coisa), mas o resultado infeliz foi jogar boa parte da população contra uma das maiores artistas que o Brasil tem. Eles sim não merecem respeito algum.

Text 14 Mar 1 note

A lista de regras do portal de blogs Apostos (chama-se “Blogma” :( ):

1. Fica vedada qualquer menção a Foucault, salvo esta.

2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: “pensata”, “de plantão”, “diálogo fecundo” e “num misto de”, ainda que a título de brincadeira.

3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: “Meu filho, vê se pára de fazer arte!” Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.

4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.

5. “Morno se vomita”: aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.

6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.

7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.

8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.

9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.

10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.

11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.

:(

Text 13 Mar

Sempre que acontecer um tsunami, lamentar o declínio da palavra “maremoto”.

Text 13 Mar

A estranha e repetida convicção de que “de” no nome tem alguma coisa a ver com nobreza. (Aliás, a própria convicção de “descender de nobreza”, em um país que nunca teve nobreza hereditária.)

Photo 12 Mar 2 notes
Text 12 Mar

Dizer “comidinhas”, no sentido que a Veja São Paulo dá para a palavra.

Text 12 Mar 1 note

Black Swan.

Text 12 Mar 1 note

Debater que vinho tomar, animadamente, em uma creperia.

Text 12 Mar 1 note

Ter menos de 30 anos e ir a um concerto vestindo outra coisa que não jeans e camiseta.

Text 12 Mar

Viajar ao exterior e, ao voltar, criar um álbum de facebook com fotos sorridentes, de óculos escuros, diante de monumentos.


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